sábado, 16 de agosto de 2014

Tire a roupa e vá treinar! Isso mesmo. Malhar nu vira moda no exterior



Moda naturalista se espalha, passa por yoga, natação e até mesmo pelo crossfit, mas é preciso cuidado com os perigos da prática sem proteção


homem nu yoga (Foto: Getty Images)Naked Yoga é moda em Nova York (Getty Images)
Já se imaginou treinando pelado? A ideia pode parecer estranha demais para ser verdade, mas já vem acontecendo no hemisfério norte há algum tempo. E não é só em clubes de nudismos. As “naked” (nu em inglês) aulas estão se espalhando por vários lugares. O que no passado passou pelanatação, recentemente chegou ao crossfit e se estabeleceu no yoga.
Nos Estados Unidos, antes do anos 60, a exigência de nadar sem sunga era baseada na funcionalidade higiene. O tecido das roupas de banho da época prejudicava o sistema de filtro e a exposição do corpo permitia que pequenos machucados pudessem ser percebidos, o que evitava a transmissão de doenças de pele. Com a evolução dos tecidos e dos produtos de higienização da água, a moda "peladona" dentro da água ficou no passado. Mas parece querer voltar.
Na Dinamarca, no norte europeu, a aula de “naked crossfit” foi lançada como uma piada de 1º de abril pela academia Spartan Mentality, mas a grande procura levou os donos a realmente lançarem a nova modalidade, que não durou muito por causa do grande assédio da mídia.
Menos conservadora, Nova York já estabeleceu a nova tendência, pelo menos no mundo da yoga. O estúdio Bold & Naked, estabelecido há sete anos, decidiu oferecer aulas sem roupa e adivinha? Sucesso total.
Embora nudez e sexo estejam relacionados na maioria das vezes, os praticantes defendem um ponto de vista bem mais profundo. O porquê da nudez segundo o blog do estúdio é “estar confortável e confiante na sua própria pele. É saber aceitar e amar você mesmo”.
A intensão não é sexual, mas é inevitável pensar que, com tanta gente nua, não ocorra algum incidente involuntário. Por isso, antes que os iniciantes questionem o que fazer, o FAQ do site já adianta:
“E se eu tiver uma ereção? Isso raramente acontece, mas se acontecer está tudo bem, não é motivo para se envergonhar. Ereções acontecem por vários motivos e não são limitadas à atração sexual. O yoga movimenta muita energia no corpo e, às vezes, a ereção pode ocorrer. Mas assim que você começar a se mover, não há como uma ereção ser mantida, por causa da natureza física do Vinyasa Yoga.”
montagem eu atleta nu (Foto: Getty Images)E se a moda de treinar nu pega no Brasil, você adere? (Foto: Getty Images)
Independentemente do seu autocontrole e da sua autoconfiança para ficar confortavelmente nu em posições diversas, algumas questões vem à tona quando o assunto é treinar sem roupa. É higiênico? Como fica a proteção da pele? Aumenta o risco de contrair doenças de pele? Quais contaminações podem afetar as partes íntimas com mais facilidade?
Correr descalço pode não causar lesões, mas sem top causa dores nas mulheres com seios de médio a grande. Para os homens, vale a mesma regra. As partes íntimas precisam de certasustentação. A musculação também não é muito indicada. Já imaginou a quantidade de micoses e fungos que é possível adquirir sentando em um aparelho com o suor de outra pessoa? No spinning, além de um selim muito confortável, ele precisaria ser pessoal por questões higiênicas. Por outro lado, a natação e o surfe, por exemplo, não parecem perigosos. Porém, seria preciso uma praia particular ou nudista para o segundo exercício. E o yoga, desde que cada um leve seu próprio tapete e saiba se concentrar nos exercícios, também não deve ser um problema.
E aí, se a moda pega no Brasil você adere?

Com nova atualização, app Moda Livre monitora 45 marcas e varejistas de roupa

A partir desta segunda-feira, 18 de agosto, estará no ar a mais recente atualização do aplicativo Moda Livre. Disponível gratuitamente para Android e iPhone, ele apresenta de forma ágil e acessível as medidas que as principais marcas e varejistas de roupa do país vêm tomando para evitar que as peças vendidas a seus clientes sejam produzidas por trabalho escravo. Lançado em dezembro de 2013, o aplicativo foi desenvolvido pela ONG Repórter Brasil, referência nacional na defesa dos direitos humanos.

Nesta nova atualização, a base de empresas avaliada pelo Moda Livre foi ampliada para incluir mais nomes consagrados no mercado nacional da moda. É o caso das holdings Inbrands – que controla grifes refinadas como Ellus, Richards, Mandi e Bobstore – e do grupo AMC Têxtil, responsável por marcas conhecidas do público brasileiro, como Forum, Colcci e Triton.

Outra companhia detentora de marcas valiosas (como Siberian, Crawford e Memove), a Valdac Global Brands também integra o hall de companhias analisadas pela equipe da Repórter Brasil. Há também varejistas presentes de norte a sul do Brasil, como as Lojas Americanas, e fabricantes de roupas bastante tradicionais no mercado nacional – como Malwee e Marisol.

O Moda Livre avalia os principais grupos varejistas de moda em atividade no país, além das empresas em que a produção de roupa foi marcada por casos de trabalho escravo flagrados por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Repórter Brasil convidou todas as companhias a responder a um questionário-padrão que avalia basicamente quatro indicadores:

1. Políticas: compromissos assumidos pelas empresas para combater o trabalho escravo em sua cadeia de fornecimento.
2. Monitoramento: medidas adotadas pelas empresas para fiscalizar seus fornecedores de roupa.
3. Transparência: ações tomadas pelas empresas para comunicar a seus clientes o que vêm fazendo para monitorar fornecedores e combater o trabalho escravo.
4. Histórico: resumo do envolvimento das empresas em casos de trabalho escravo, segundo o governo.

As respostas geram uma pontuação e, com base nela, as empresas são classificadas em três categorias de cores: verde, amarelo e vermelho. Aquelas que não responderam ao questionário, apesar dos insistentes convites, foram automaticamente incluídas na categoria vermelha.

O aplicativo não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar roupas de determinada marca. Apenas fornece informações para que faça a escolha de forma consciente.


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terça-feira, 12 de agosto de 2014

7 tipos de casaco que estão bombando neste inverno

No inverno não tem como ficar sem. O casaco é peça mais que essencial para esquentar qualquer produção! Mas para se manter linda e na moda, veja sete modelos de casacos que são febre neste inverno 2014 e siga a tendência das ruas!
Blazer - peça-chave para usar no trabalho, o blazer é uma peça menos formal que o paletó, por exemplo, podendo ser usado com qualquer combinação, desde calça jeans até vestidos.
Jaqueta bomber estampada - uma jaqueta que virou hit em 2014 é a jaqueta bomber, que costuma possuir elástico nas mangas e uma gola mais fechada. A versão estampada é que está bombando mais!
Maxi cardigan - o tradicional cardigan, aquele casaquinho leve de algodão ou lã, ganhou a versão mais compridinha esse ano e conquistou a mulherada!
Jaqueta de couro perfecto - a jaqueta de couro segue em alta como praticamente todo inverno. A versão perfecto, aquela mais curta e acinturadinha, segue sendo o modelo favorito desse ano!
Suéter - é o casaquinho fechado, como um cardigã sem zíper ou botões, geralmente mais largo e comprido. Um clássico para noites mais frias e que deixam o visual mais elegante.
Parka - é um casaco impermeável com capuz, ideal para dias chuvosos. Desde o ano passado ele voltou com força total, principalmente na versão verde militar.
Manteau - o manteau é uma capa longa similar a trench coats e sobretudos de lã. Taí uma peça indicada para dias de frio rigorosos e viagens. Você linda e fina no inverno!
sexta-feira, 18 de julho de 2014

Moda plus size chega às lingeries

Mercado de vestuário feminino para tamanhos especiais faturou R$ 1 bilhão no ano passado


Rio - Mesmo ainda muito recente no Brasil, o mercado de moda plus size — com tamanhos acima do 46 — cresce a cada ano e ganha espaço cada vez maior nas confecções de lingerie. Representando hoje 3% do faturamento anual da indústria brasileira de vestuário, segundo dados da associação nacional do setor, o segmento voltado para as mulheres mais cheinhas teve faturamento de R$ 1 bilhão no ano passado.
Tardene criou coleção de lingeries sensuais
Foto:  Divulgação
Roberto Chadad, presidente da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), conta que por se tratar de um ramo novo, os números representam apenas a moda feminina. “Já existem confecções que produzem peças maiores para homens e até crianças, mas ainda não temos os percentuais, pois é um fato novo. Além disso, antigamente esse tipo de roupa era feita em casa, por costureiras. Chegou na indústria recentemente”, avalia Chadad. 
Na 24ª edição da Feira Brasileira de Moda Íntima, Praia, Fitness e Matéria-Prima (Fevest), que ocorre nos dias 3, 4 e 5 de agosto no Country Club de Nova Friburgo, as coleções de roupas íntimas em tamanhos maiores terão destaque pela primeira vez no evento. Na entrada da feira, onde tradicionalmente são exibidas as peças das confecções, haverá também manequins plus size. 
Presidente da Comissão de Feiras e Eventos do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo (Sindvest), Rita Tardene também tem uma confecção que produz lingeries até o tamanho 50. “Percebemos a necessidade de expandir a coleção sensual fashion para tamanhos maiores e tivemos uma procura muito grande. Lançamos essa linha especial há dois anos e já tivemos um crescimento de 30% em 2013”, afirma. 
Segundo ela, não basta aumentar os tamanhos para atender a esse público. “A maior parte das mulheres com esse perfil ainda é muito tímida na hora de comprar, tem vergonha do corpo. Por isso, procuramos fazer peças que valorizem os seios e as pernas e, se possível, cubram a barriga”, diz. 
Responsável pelo setor de vendas da confecção Leluc, Glaucia Marques afirma que a primeira coleção plus size da empresa será lançada este ano. “Existe uma procura muito grande e antes não conseguíamos atender a esse público. Como as opções para as mulheres eram restritas, investimos em novas estampas e cores, saindo do bege e do preto”, explica. 
A grife 2 Rios Moda Íntima também viu uma oportunidade para expandir os negócios. Em 2008, lançou a primeira peça básica plus size. No ano seguinte, a marca já tinha uma coleção completa. 
Já a empresa paranaense de moda íntima de luxo Prima Notte buscou profissionais especializados para desenvolver a linha plus size com design especial.
“O mercado não só absorveu esta novidade com avidez, como nos obrigou a aumentar em 30% a nossa programação de produção para atender à demanda. Nas próximas coleções vamos aumentar o número de peças e estilos”, comemora Juliane Costacurta, diretora da grife.
Lojas também investem em novo nicho
Grandes redes de varejo também criaram linhas com tamanhos especiais para atender a esse mercado em expansão. A C&A, por exemplo, lançou em 2012 a coleção Special For You, que tem como garota propaganda a cantora Preta Gil. Em maio deste ano, a marca inovou ao criar coleção de lingeries do tamanho 46 ao 52 e estampas variadas, do floral ao animal print. 
A Marisa também apostou em uma linha de tamanhos especiais, que vão do 48 ao 54. Entre as peças, a consumidora encontra calças, camisas sociais, vestidos e leggings. Na Renner, a linha plus size chega ao tamanho 52, inclui de peças básicas e as mais sociais. 
Já a Riachuelo começou a trabalhar com modelagens do 48 ao 54 e investe nas principais tendências da moda para atrair esse público. As coleções incluem peças com estampas étnicas, navy e florais, como saias e blusas. 
A Leader, por sua vez, possui a linha T-plus, que veste mulheres que usam tamanhos 46 a 56. Os looks vão do básico a ocasiões especiais, com cortes ajustados e tendências da moda.

5 TENDÊNCIAS QUE VÃO PEGAR NO OUTONO/INVERNO 2014

Já preparou seu closet para a temporada de frio? Calma, ainda dá (muito!) tempo. Para receber o outono, que começa nesta quinta-feira, separamos 5 tendências que devem aparecer com força nos próximos meses. Papel e caneta na mão?
GrungeSe você pensou nas camisas de flanela que jamais eram dispensadas por roqueiros como Kurt Cobain e Eddie Vedder, líderes do Nirvana e Pearl Jam, esqueça. O grunge ganha ares mais sofisticados, misturado com brilhos e estampas delicadas como os florais. O xadrez tartan, aquele escocês, deve aparecer com mais força nas vitrines. 
Couro e franjasComo visto na Semana de Moda de Nova York, não é nesta temporada que as franjas vão receber um descanso. Elas aparecem principalmente em saias com barras recortadas, que conferem bastante movimento às peças. Sempre presente no inverno, o couro aparece revisitado em modelagens estilo alfaiataria.
Mais para montar seus looks de inverno
:: Semana de chuva: inspirações para usar galochas:: 4x cinza: ideias para adotar uma das cores mais chiques da moda
Azul e vermelho
Nada de cores apagadas neste inverno! A aposta são os looks monocromáticos em tons bem vivos, como o azul e o vermelho. Dos pés a cabeça, a cor aparece em saias, vestidos e blusões de lã.
Lady like Lembra da clássica saia de tule de Carrie Bradshaw em Sex and the City? Pois o modelito bailarina é uma das pedidas na nova estação. As mais românticas vão se proteger das baixas temperaturas ao melhor estilo lady like, com saias fofas, capinhas e até capuz. Destaque para o rosa blush, a cor queridinha do inverno.
PelosA mulherada vai ficar quentinha com os casacos de pele (fake!) que foram desfilados nas principais passarelas. Nossa colunista Larissa Gargaro já havia adiantado que a novidade é uma textura que lembra cobertores infantis – como se fosse uma lã desfiada, que apareceu em tons pastel: rosa, nude, azul-bebê em Nova York. 
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